A
capacidade de escrever
é exclusiva do humano.
O número de analfabetos funcionais no Brasil é
muito grande e os alunos brasileiros tem tido resultados satisfatórios nas
principais avaliações mundiais sobre competências em linguagem, matemáticas e
ciências. A resposta para melhorarmos nosso desempenho na educação está na
forma como tratamos nossa estratégia pedagógica. Talvez para melhorar coisas
básicas, como a alfabetização e a leitura estejam na neurociência.
As emoções influenciam no processo de aprendizagem, motivação e atenção são
essenciais na qualidade do conteúdo absorvido durante a aprendizagem. A
informação é melhor absorvida se associada a um conhecimento prévio. Piaget,
Vygotsky, Wallon e a maioria da área da psicologia cognitiva já falavam sobre
isso. Mas agora essa “novidade” é fruto de investigações neurológicas sobre o
funcionamento do cérebro.
Graças a imagens por ressonância magnética, a eletroencefalografia e a
magneto-encefalografia podemos entender como o cérebro se modifica em contato
com o meio durante a vida. As principais conclusões é que podemos repensar os
métodos de alfabetização, leitura e escrita. E ainda esclarecem as dificuldades
que os alunos apresentam vindo de distúrbios de atenção ou da dislexia.
A capacidade de escrever é exclusiva do humano e ela vem da capacidade de: dos
neurônios se reciclarem para uma nova aprendizagem; dominância das áreas
secundárias e terciárias do hemisfério esquerdo do cérebro; da função semiótica
e etc. Com esse conhecimento todo é possível direcionar a alfabetização, o
processo de aprendizagem de leitura e escrita, de uma maneira mais fácil para
nosso cérebro absorver.
Artigo por Colunista Portal - Educação -
terça-feira, 12 de novembro de 2013.
Fonte: http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/52041/neurociencia-e-a-leitura

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