CONECTADOS PELA LEITURA

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domingo, 28 de agosto de 2016

Neurociência e a leitura



A capacidade de escrever
é exclusiva do humano.







   O número de analfabetos funcionais no Brasil é muito grande e os alunos brasileiros tem tido resultados satisfatórios nas principais avaliações mundiais sobre competências em linguagem, matemáticas e ciências. A resposta para melhorarmos nosso desempenho na educação está na forma como tratamos nossa estratégia pedagógica. Talvez para melhorar coisas básicas, como a alfabetização e a leitura estejam na neurociência.

     As emoções influenciam no processo de aprendizagem, motivação e atenção são essenciais na qualidade do conteúdo absorvido durante a aprendizagem. A informação é melhor absorvida se associada a um conhecimento prévio. Piaget, Vygotsky, Wallon e a maioria da área da psicologia cognitiva já falavam sobre isso. Mas agora essa “novidade” é fruto de investigações neurológicas sobre o funcionamento do cérebro.

    Graças a imagens por ressonância magnética, a eletroencefalografia e a magneto-encefalografia podemos entender como o cérebro se modifica em contato com o meio durante a vida. As principais conclusões é que podemos repensar os métodos de alfabetização, leitura e escrita. E ainda esclarecem as dificuldades que os alunos apresentam vindo de distúrbios de atenção ou da dislexia.

    A capacidade de escrever é exclusiva do humano e ela vem da capacidade de: dos neurônios se reciclarem para uma nova aprendizagem; dominância das áreas secundárias e terciárias do hemisfério esquerdo do cérebro; da função semiótica e etc. Com esse conhecimento todo é possível direcionar a alfabetização, o processo de aprendizagem de leitura e escrita, de uma maneira mais fácil para nosso cérebro absorver.

Artigo por Colunista Portal - Educação - terça-feira, 12 de novembro de 2013.

Fonte: http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/52041/neurociencia-e-a-leitura



 

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